Apoiado pelo sistema, cuida de cerca de dez marcas, mais de trinta contas de mídia e dois CRMs em produção.
A operação comercial das PMEs vai ser feita por agentes.
A Digital Profits constrói essa camada: agentes de IA que executam marketing, CRM e vendas de ponta a ponta, com pessoas supervisionando em vez de executar. Hoje ela já opera cerca de dez marcas, com um único operador supervisionando.
- AcompanhamentoRetomou 14 contatos sem resposta há 48 horasfeito
- MídiaAumento de orçamento acima do limite da regraexceção
- AtendimentoPergunta sobre preço fora do roteiro aprovadoexceção
- CRMJuntou dois cadastros do mesmo telefonefeito
- AtendimentoQualificou contato vindo de anúncio e registrou a origemfeito
- MídiaPausou conjunto com custo por contato acima do limitefeito
Nada para revisar. Os agentes seguem dentro da regra.
Experimente: aprove ou recuse uma exceção.
A PME compra peças. Ninguém opera o caminho.
Um fornecedor para os anúncios. Um CRM. Um chatbot. Alguém que faz automação.
Cada peça resolve um pedaço. Nenhuma é dona do caminho entre o primeiro contato e o dinheiro na conta. O resultado se repete em quase todo segmento: o contato quente esfria, a venda não tem origem conhecida, a decisão é tomada no escuro.
O CRM é o sintoma mais claro. Ele pede que alguém digite e não devolve nada a quem digitou. Então a planilha volta.
O contato entrou, e ninguém sabe onde ele se perdeu.
Desisti do CRM. Vou usar a planilha, igual era.
A conversa é atendida, mas não é operada.
ActiveCampaign e AnaMid, 2025. Detalhes na nota 1, ao fim da página.
A falta não é de ferramenta. É de operação.
E a IA que chega à PME costuma ser mais uma peça esperando alguém para operá-la. Automatizar um processo bagunçado só multiplica a bagunça.
Vender o trabalho feito, não a ferramenta.
Software vendeu ferramentas para que pessoas fizessem o trabalho.
Agentes de IA permitem vender o trabalho feito.
Para cada real gasto com software, gastam-se vários com serviço e gente. É aí que está o mercado.
Quem vende ferramenta compete com o próximo modelo. Quem vende o trabalho melhora a cada modelo novo.
Na PME o argumento é ainda mais forte. Ela nunca vai ter um time para extrair valor de dez ferramentas. Ela precisa que a operação aconteça.
A empresa paga pela operação funcionando, não por licença nem por tempo gasto.
Uma operação que roda sozinha e é supervisionada por gente.
Uma base de dados por empresa, agentes que fazem a rotina e uma camada de regras que decide o que sobe para uma pessoa.
Uma base de dados única
Cada empresa tem a sua. Ela liga cada contato à sua origem e ao seu desfecho. Sem isso não existe decisão, nem humana nem de agente.
Agentes que executam
Agentes especializados fazem a rotina: mídia, atendimento e qualificação, acompanhamento de contatos, higiene do CRM e análise. O registro acontece junto com o trabalho, e não depende de alguém lembrar de digitar.
E quando errar?
É a pergunta que todo dono faz antes de confiar numa IA. A resposta está no desenho. O humano define os limites e revisa as exceções. Nenhum agente age fora do que foi aprovado. Quando algo dá errado, o erro aparece. Ele não fica escondido até alguém notar que os contatos pararam de chegar.
Aprendizado entre empresas
Cada operação melhora os roteiros de trabalho de todas. Os dados de uma empresa nunca se misturam com os de outra.
Quem faz o quê
A rotina com os agentes. As decisões com as pessoas.- Montam, publicam e acompanham campanhas dentro do que foi aprovado
- Atendem e qualificam contatos
- Fazem o acompanhamento de cada contato
- Mantêm o CRM limpo e atualizado
- Ligam cada venda à sua origem e consolidam os números
- Definem metas, orçamento e regras
- Aprovam o que está fora da regra
- Revisam as exceções que os agentes levantam
- Decidem o que muda na operação
Não começamos pela tese. Começamos pela operação.
Há sete anos operamos mídia, CRM e vendas por WhatsApp para empresas de educação, saúde e serviços. Hoje essa operação já roda majoritariamente por agentes.
Casos anonimizados.Vendas com origem confirmada numa instituição de ensino. A meta de matrículas foi atingida em 96%.
Cobertura de rastreamento num evento educacional, com custo por inscrito de R$ 9.
Uma campanha completa duplicada, do planejamento à publicação, executada por agentes.
Cada empresa nova torna o sistema melhor e mais barato de operar.
Dado de operação
A relação entre conversa, origem e venda, acumulada entre muitas empresas, é o que nenhuma ferramenta isolada enxerga.
Margem que cresce
Cada empresa nova exige menos supervisão que a anterior. É essa curva que separa uma startup de um serviço.
Três regras que valem para toda operação.
O sistema é do cliente.
Tudo é montado nas contas da própria empresa. As contas, os dados e o histórico ficam no nome dela. O que fica com a gente é o aprendizado.
Nenhum agente age fora de regra.
Cada ação tem um limite definido por uma pessoa. O que foge do limite vira exceção para revisar, não decisão tomada.
Número só com origem.
Todo número mostrado diz de onde veio. Venda sem origem conhecida aparece como venda sem origem.
Operar o comercial não vai exigir um time.
Queremos que qualquer PME tenha a operação comercial de uma empresa grande, sem precisar montar uma.
Começamos pelo caminho do contato até a venda. A mesma camada se estende para tudo o que move receita.
Marcos Vinícius
Opera mídia, CRM e vendas para empresas de educação, saúde e serviços há sete anos. Construiu, dentro da própria operação, o sistema que hoje executa a maior parte desse trabalho.
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Se você avalia startups ou investe nesta tese, a conversa mais útil é com quem opera o sistema todos os dias. Mostramos a operação funcionando, incluindo as exceções.
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